Acordar do céu de Lisboa,
no despertar das cordas do Tejo,
Canta Lisboa com o seu olhar.
Continuando a ressoar,
Parado em frente ao Tejo,
Até que volte o anoitecer.
Pedaços da nossa história,
Que entre suspiros se quer agarrar,
Onde o ontem e o amanhã se vão encontrar!
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